Aviver: cirurgia sem hemotransfusão e com sucesso

Aviver: cirurgia sem hemotransfusão e com sucesso

No dia 18 de abril de 2019, a WMC Anestesia lança o Projeto Aviver no Hospital Novaclínica, em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba: os primeiros pacientes serão atendidos pelo projeto.

O Projeto Aviver é um programa de gerenciamento do paciente cirúrgico com recusa ou restrição de transfusão de sangue. Ele oferece quatro níveis de gerenciamento do paciente cirúrgico: 1 – sangue, hemostasia e trombose, 2 – estresse físico e psicológico, 3 – macro e micronutrientes e 4 – alergias, intolerâncias e desintoxicação. O objetivo é proporcionar uma cirurgia totalmente segura e com o melhor resultado possível. Segundo o médico anestesista Dr. Wanderson Machado Carvalho, fundador e CEO da WMC Anestesia, a maioria das pessoas não está em condições físicas e emocionais de se submeter a uma cirurgia e tem características e até deficiências, como deficiências de micronutrientes, por exemplo, das quais talvez nem tenha conhecimento, que são determinantes ao enfrentar o estresse físico e emocional de um procedimento cirúrgico e podem afetar permanentemente a saúde e a vida. “Por isso, é necessário, que, ao passar por uma cirurgia, as pessoas passem antes por uma avaliação que diagnostique e trate condições e deficiências que possam interferir nos resultados positivos do procedimento”, diz ele.

O Projeto Aviver é voltado tanto a pessoas com recusa de hemotransfusão – que não aceitam receber sangue alogênico (de outra pessoa) e derivados – quanto para pessoas com restrições – que aceitam receber hemotransfusão somente em situação de risco de vida. São pacientes como idosos que farão cirurgia de médio e grande porte, pessoas que não querem correr os riscos de uma transfusão sanguínea ou se opõe por motivos religiosos ou filosóficos, pacientes de câncer, com problemas de imunidade e outros.

Por que não receber transfusão de sangue?

Sangue é associado a vida e força, mas a verdade é que uma transfusão sanguínea com sangue alogênico sempre traz muitos riscos à saúde e é tão complicada quanto um transplante de órgão, ou melhor, um transplante de células. Segundo o Dr. Carvalho, uma transfusão sanguínea só deve ser considerada quando não há outras opções, e hoje a medicina e a tecnologia oferecem múltiplas opções, principalmente se o paciente que vai se submeter à cirurgia for corretamente preparado. Um preparo adequado pode evitar a necessidade de transfusão sanguínea e muitas outras complicações.

Hoje, os bancos de sangue, no mundo, são mais seguros em relação à transmissão de infecções, porém, ainda ocorrem transmissões de doenças via transfusões. Dados recentes indicam que a cada dois milhões de transfusões, há um caso de transmissão de HIV e uma média de uma transmissão de hepatite B a cada 300 mil transfusões. Mas a principal causa de mortalidade relacionada à transfusão é a insuficiência respiratória aguda ou TRALI (sigla em inglês para Transfusion-Related Acute Lung Injury). Há vários tipos de reações, no entanto, em vários níveis, de moderado à fatal, como reações alérgicas, febre, dor, hiper ou hipotensão, choque, hipotermia, embolia e reações imunológicas graves. Uma reação à uma transfusão pode aparecer logo após o procedimento ou levar anos para se manifestar.

O Dr. Carvalho explica que, ao ingressar no Projeto Aviver, o paciente é avaliado e recebe a orientação de modalidade de tratamento Aviver mais adequada às suas necessidades. Durante a cirurgia, os médicos anestesistas da WMC Anestesia terão à disposição as mais modernas e melhores tecnologias para, entre outros, o monitoramento da coagulação sanguínea, dos sistemas nervoso central, neuromuscular e hemodinâmico, do oxigênio nos órgãos vitais, da função renal e para a prevenção e interrupção de eventuais sangramentos e hemorragias.

Para mais informações sobre o Projeto Aviver, entre em contato com a WMC Anestesia:

(41) 3556-0936 / 99152-3713 / contato@wmc.med.br

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